Nosso país vive um momento de total descrença na política e nos políticos. No entanto, só através da política podemos coexistir (e fazer as mudanças que o futuro exige) em paz. Há, portanto, uma ENORME DEMANDA POR IDÉIAS que possam transformar a vida em nosso país e em nossas cidades. ESTE BLOG É UM BLOG DE IDÉIAS PARA CURITIBA. Através deste e-mail: fhfcwb@terra.com.br (ASSUNTO: 102ideiasparacuritiba), informe o seu NOME, E-MAIL, TELEFONE, ENDEREÇO E DATA DE NASCIMENTO, para que possamos cadastrá-lo. Junto, mande a sua idéia, com TÍTULO, DESCRIÇÃO e, se for o caso, IMAGENS. Faremos a POSTAGEM, neste blog, DAS SUAS IDÉIAS! Obrigado por colaborar com CURITIBA! Vale qualquer IDADE, mas é necessário ser RESIDENTE em CURITIBA! (Se você tiver sido residente, ou pretender se mudar para cá, e "provar", com uma bela ideia, que ama Curitiba, também vale!)! Para postar um COMENTÁRIO a qualquer das postagens, basta clicar, abaixo da postagem, em "comentários"; e fazer seu COMENTÁRIO...; neste caso (comentários a idéias já postadas), não é necessário estar cadastrado. Quando terminarmos de selecionar as 102 IDEIAS, vamos EDITAR UM LIVRO, nosso VOTO de AMOR por CURITIBA e testemunho de nosso interesse pela comunidade em que vivemos. Se puder (e tiver ideias), PARTICIPE!

segunda-feira, 25 de julho de 2011

7 - Dragagem do Lago do Parque Barigui



O lago do Parque Barigui está quase cheio de lama! Sabemos que o assoreamento é natural; o rio carrega sedimentos, em especial quando as chuvas são fortes; esses sedimentos são depositados no lago. O que não podemos, é ficar na inércia, vendo a deterioração de nossas belezas naturais e das obras realizadas pelo homem, nessa administração e em outras administrações passadas. É preciso manutenção permanente dos bens dos município, que são de nossa propriedade comum, dos cidadãos e cidadãs de Curitiba. Em alguns casos, esses bens (sistema viário etc.) são de fundamental importância para nossas vidas diárias, influindo decisivamente na qualidade de vida dos curitibanos. Para tanto, a Câmara Municipal deve manifestar sua preocupação, e agir, para adequar o orçamento da Cidade. Precisamos ver nossos vereadores visitando cada bairro, e cada canto da cidade, dia após dia, para ver o que está ocorrendo, e tomar providências... Agir... Agir com critérios elevados... Construir... Restaurar... Manter... É pedir muito? (Utopia?) Será que não podemos fazer melhor?
E não é só o lago do Parque Barigui... Há outros parques da cidade em pior situação...

domingo, 17 de julho de 2011

5 - Ciclovias (mesmo!)




Fala sério! Você gostaria de ver seus filhos andando de bicicleta no meio do trânsito? Ou mesmo no arremedo de ciclovias que temos?
E você que trabalha, e usa o seu carro, ou o transporte coletivo? Usaria a bicicleta?
Está claro que são necessárias soluções sérias, reais, para ampliar o uso (e a segurança no uso) da bicicleta.
Há muita gente que gostaria de usar esse meio de transporte e, simplesmente, é desestimulada pelas condições da estrutura viária e do tráfego. Não há segurança! (dizem uns) É loucura! (dizem outros)

Que fazer?

1 - Vias expressas para bikes. (Assim, seria possível ir trabalhar de bike...)
2 - Estacionamentos para bikes.
3 - Se sair o metrô, nas "canaletas do Expresso", usar o espaço que vai ser liberado na superfície para construir ciclovias "decentes", jardins etc...
4 - Educação de trânsito. Lembrar, lembrar e lembrar os motoristas que a distância regulamentar é um afastamento (obrigatório de 1,5 metros) entre o veículo e a bicicleta que está trafegando. Campanhas educativas (outdoors, jornal, rádio, tv, internet e outas mídias), exigências, cobrança de comportamento; em último caso, depois de bastante esclarecimento, multas...
5 - Se necessário (sem dúvida, muito caro, talvez inviável), vias elevadas, ou trincheiras (subterrâneas), para bikes; talvez apenas em algumas travessias... Além do problema do custo, é necessário estudar uma solução arquitetônica e urbanística adequada...
6 - Destinar, talvez, nos horários de "rush", faixas que são utilizadas para estacionamento de veículos para o tráfego de bicicletas!...
Em resumo:
7 - Política e estratégia: Fazer da bike uma prioridade. Fazer da bike uma parte importante do sistema de transporte metropolitano; mais que uma parte importante: uma solução.
8 - Aceitam-se sugestões!!
Fala sério!! Podemos fazer melhor!...
(A foto acima é de uma 'bikeroute' na Holanda. E o que os holandeses têm de melhor que nós? Simples: a vontade de fazer o que é certo!)

4 - Transporte Coletivo



Já ouvi a afirmação que "o transporte coletivo não deveria ser apenas para as classes trabalhadoras; isso diminui o contato e amplia o abismo social"...
Bom, "classes trabalhadoras", aqui, é um eufemismo para "quem não pode pagar outro transporte melhor"...

E porque digo isso? Sei do que estou falando. Usei, durante mais de oito meses ininterruptos, desde o 2.º semestre de 2010, o transporte coletivo de Curitiba.
Se você tiver todo o tempo do mundo, não tem muito problema, fora dos horários de "pico".

O problema n.º 1 é o tempo de espera, principalmente nos Alimentadores.
Depois, o 2.º problema é que há muitos locais da cidade onde o ônibus mais próximo está muito distante. Nesse caso, é preciso andar muito... Haja saúde... E haja tempo... Um atraso...

Soluções (físicas):
O básico: Mais ônibus e mais linhas. Mais investimento. Encarecimento do sistema. Como não há "almoço grátis", alguém tem que pagar por isso...
Mas há também como baratear e otimizar: 1 - nas linhas de menor movimento, usar vans ou micro-ônibus; 2 - nas linhas do Expresso: a) fazer o "desalinhamento" das estações-tubo (para permitir as ultrapassagens dos ônibus que trafegam no mesmo sentido); b) sincronizar os semáforos e "acionamento automático" para passagem dos ônibus; c) trincheiras nos cruzamentos.
Outras soluções (econômico-financeiras):
Todo usuário de veículo pagando no Posto, quando for abastecer, uma "taxa de transporte coletivo", incluída no preço do combustível... O nome disso, num primeiro momento: solidariedade. Num segundo momento: melhoras (que precisam ser grandes, perceptíveis)...; daí, menos uso do automóvel...
Como não aumentar o preço dos combustíveis? Quem sabe, talvez (espero não estar incorrendo em alguma heresia...), reduzir o lucro da Petrobras... ou talvez dos bancos que financiam a estatal...; ou dos acionistas da empresa...
Alternativa (mais complicada): melhoria dos salários dos trabalhadores, na "ponta de baixo"... Mas, para isso, seria necessário mexer um pouco mais na "estrutura"...
É possível melhorar... mas é preciso ter coragem...

quinta-feira, 17 de março de 2011

3 - Tráfego Água Verde - Mercês

O tráfego de veículos, entre os bairros Água Verde e Mercês, passando pelo Batel e Bigorrilho, e afetando também áreas centrais da cidade, é feito principalmente pelas ruas Bento Viana, Ângelo Sampaio, Cel. Dulcídio, Desembargador Motta e Brigadeiro Franco. O fluxo dos veículos, nos dois sentidos, está muito prejudicado, pelos sucessivos semáforos, nos cruzamentos com a Av. Água Verde (ou Rua Chile), Brasílio Itiberê, Getúlio Vargas, Iguaçu, Silva Jardim, Sete de Setembro, Visconde de Guarapuava, Av. Batel, Vicente Machado, Carlos de Carvalho, Princesa Izabel, Martin Afonso, Padre Anchieta, Padre Agostinho e outras. O tráfego de veículos responde por grande parte do transporte de pessoas em Curitiba; e continuará sendo assim, mesmo com o futuro metrô. Portanto, deve ser de grande prioridade (inclusive na saúde, pela ação do "stress"; e na economia, pelos reflexos na produção) garantir o fluxo dos veículos. No segmento acima descrito há sérios problemas. É necessário estudar e executar a construção de trincheiras, em alguns cruzamentos entre Água Verde e Mercês, porque os congestionamentos estão se tornando constantes, resultando em considerável tempo perdido e em grandes prejuízos. No futuro, a continuar esse estado de coisas, chegaremos aos indesejáveis engarrafamentos. É preciso impedir que isso aconteça, com ações efetivas.

segunda-feira, 14 de março de 2011

2 - Uma senhora ideia do Prefeito Saul Raiz

      O engenheiro e urbanista Saul Raiz foi prefeito de Curitiba de 1975 a 1979. Abaixo, reproduzimos parte de sua entrevista a Thabata Martin, publicada na revista Imóvel Magazine de fevereiro/março de 2011:

     Imóvel  Magazine - O que o senhor faria se tivesse a oportunidade de, novamente, governar a cidade?
     SR - Eu disse para o Beto (Richa). Eu iria para a escola, selecionaria os melhores alunos da parte de Urbanismo, Engenharia, entre outros, e colocaria todos numa sala para estudar as novas possibilidades para Curitiba, no futuro. Colocaria , ainda, uma placa bem grande (frisa): "Não quero que Curitiba seja São Paulo, amanhã". Hoje a velocidade como a construção civil avança em Curitiba é uma coisa assustadora. Eu mesmo estou introduzindo na Cidade, 1.250 apartamentos, pela Reitzfeld (incorporadora).
     Minha preocupação é porque Curitiba tem uma área muito pequena. O número de habitantes deve quintuplicar. Tem que ter coragem de bloquear. Quando eu soltei o Plano Diretor, em 1975, eu tive várias encrencas com as pessoas que estão na minha função hoje - de incorporador. Hoje nós temos tempo para pensar como realizar esse controle. O grupo de 'pensadores' não pode ser aquele que está enfrentando os 'probleminhas' diários.

quinta-feira, 10 de março de 2011

1 - Plantio de araucárias

Fala-se muito na extinção das araucárias (mesmo sem a ação predatória do homem, a cada ano, muitas morrem...). Então, que tal falarmos e agirmos, agora, para plantar araucárias? Que tal dar incentivos para o plantio de araucárias? Ou autorizar (por meio de lei) que, se o plantio for cadastrado (sem burocracia, bastaria protocolar uma carta na Prefeitura comunicando o plantio), que fique, desde já, autorizado o corte, em qualquer época?... Ou, se não houver incentivos, ou ainda, se nada mais houver, que tal começarmos, , num ato de amor a Curitiba, ao Paraná e - principalmente - às crianças, ao Planeta, e ao futuro, a plantar araucárias? Então, que tal comprar um saquinho de pinhões e começar a plantar? Para andar mais rápido ainda, e se uma Prefeitura, da capital, do interior ou da Região Metropolitana, destinasse uma kombi, com um motorista, um ajudante e um saco de pinhões para plantar? Que tal se fossem disponibilizadas áreas públicas e particulares para o plantio? Todas as esferas podem ser acionadas: indivíduos, pequenos grupos, vizinhança, comunidades, associações, empresas, governo. Tudo isso é válido; é válido o envolvimento de todos os setores da sociedade. Outro exemplo: e se cada escola, no próximo início da primavera, no Dia da Árvore, em todo o Paraná, plantasse pelo menos uma araucária por turno de aulas? (também como hipótese...: com o plantio acompanhado de uma cerimônia, fosse ela cívica, com direito a hino nacional e tudo o mais, ou sem-cerimônia, mas dando a devida importância...; no caso do ato ser "deslocado" para o inverno, que tal uma "sopinha de pinhões"?)? Ou, sendo mais de um turno, e apenas uma árvore a ser plantada, que se possa fazer uma cerimônia conjunta (juntando 2 ou 3 turnos de aula), com o plantio acompanhado de brincadeiras, ou da devida pompa e circunstância (cada um tem seu estilo...). Importante também, para que haja continuidade, o estímulo da direção e dos professores a outras ações futuras e à produção e implementação de novas ideias, que possam partir das crianças e dos pais... Se não houver área para plantio, dentro da Escola, que os alunos, professores e diretores achem uma outra área...; com direito a créditos para os vencedores... Afinal, quem procura, acha!... Quem muito quer (e custa pouco), se quiser muito, se perseverar, consegue!... Vamos espalhar essa idéia?! Vamos semear?!! É só começar...